"Lamentamos a decisão que foi adotada, obviamente que foi um processo democrático, e o Palmeiras vai respeitar. Mas eu digo que o Palmeiras vai insistir nesse projeto, vamos propor que a CBF crie um grupo de trabalho, que façamos debates e discussões mais profundas sobre esse tema", disse Maurício Galiotte em entrevista ao canal SporTV nesta terça-feira.
Galiotte queria árbitro de vídeo no Brasileirão
O Palmeiras foi um dos sete clubes da Série A a terem votado a favor da adoção da tecnologia, ante 12 votos contra e uma abstenção, do São Paulo. A principal justificativa da recusa das equipes foi o custo considerado elevado para implantação, avaliado em R$ 20 milhões para os 380 jogos da competição. O valor seria bancada pelos próprios clubes.
"A posição do Palmeiras é a seguinte: o maior custo é uma equipe ser prejudicada por um erro de arbitragem que pode trazer consequências desastrosas. Você pode perder uma vaga na Libertadores, um título ou até mesmo um rebaixamento, enquanto você poderia ter uma ferramenta que poderia nos auxiliar nisso", afirmou o dirigente palmeirense.
por Agência Estado
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