O ataque do Santa Cruz é um dos problemas do técnico Júnior Rocha. Desde o início da temporada, o Tricolor marcou sete gols em sete jogos (média de um por partida). Apenas dois deles saíram dos pés de um atleta do setor ofensivo: o meia-atacante Jeremias. A diretoria do Tricolor ainda busca jogadores para qualificar sua artilharia, que teve Vinícius como último reforço anunciado. Mas a chegada do atleta já foi apontada como uma evolução pelo meia Arthur Rezende.
- Vinícius chegou e ajudou bastante. Vem ajudando ali, porque tem que ter um jogador de referência para brigar ali na frente, trombar com zagueiro, segurar a bola. Ele (Vinícius) tem feito isso desde que chegou. Eu particularmente gosto de jogar com esse homem de referência e acho que Júnior (Rocha, treinador) também.
Vinícius foi elogiado por Arthur, mas ainda não desencantou pelo Santa Cruz (Foto: Marlon Costa/ Pernambuco Press)
Esta função, de referência, estaria sob responsabilidade de Grafite - se o atacante não tivesse desistido de jogar pelo Santa Cruz após anunciar a renovação de contrato. Desde então, a diretoria coral voltou a buscar um nome para a posição, expandindo a procura até mesmo para o mercado internacional. Vinícius foi contratado - mas o clube ainda quer mais um atleta para a posição.
Enquanto esse homem não chega, Vinícius é titular absoluto do Santa, embora ainda não tenha feito gols. Depois de Jeremias, o mais próximo que o Tricolor chegou de ter um atleta do setor ofensivo marcando foi com Arthur, meia de criação que balançou as redes diante do Central pelo Pernambucano e do Treze pela Copa do Nordeste.
Os outros três gols do Tricolor na temporada foram marcados por atletas da defesa. Primeiro com o volante Jorginho diante do Confiança na estreia da Copa do Nordeste, depois com o zagueiro Augusto Silva, no empate contra o Salgueiro e por último com o lateral-direito e Vítor contra o Treze.
Por Camila Alves, Recife
/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2018/01/26/mco_0074.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário